Servidores de SP mantêm greve e realizam nova assembleia dia 13

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Os funcionários da prefeitura de São Paulo seguem em greve, cobrando a revogação da reforma da Previdência municipal. Na sexta (8), os Sindicatos que coordenam a paralisação unificada realizaram atos em várias regiões da cidade. Os manifestantes fizeram panfletagens e orientaram a população sobre a importância do movimento.

Em assembleia na quinta (7), os servidores decidiram manter a greve, que começou na segunda (4). A próxima assembleia da categoria será na quarta (13), às 14 horas, em frente à prefeitura, no Viaduto do Chá, Centro da Capital.

Até o momento, o prefeito Bruno Covas não se manifestou, nem recebeu os sindicalistas. O presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), Claudio Fonseca, disse à Agência Sindical que, além de não receber as entidades, “o prefeito tomou a linha de intimidação e ameaças, como cortar ponto dos grevistas”.

“Esperamos que Bruno Covas converse com os representantes das entidades. Ele, como defensor de uma nova política, precisa mostrar isso na prática, o que não vem ocorrendo ainda”, cobra. O presidente do Sinpeem estima que cerca de 80% das escolas municipais estão paradas.

Adesão – Segundo o Sindsep (Sindicato dos Servidores Municipais), ao menos 63% dos funcionários públicos, de todos os segmentos, aderiram à paralisação. Desde o início do movimento, duas grandes manifestações já ocorreram (dias 4 e 7), concentrando milhares de trabalhadores.

Pauta – As principais reivindicações dos servidores são a revogação do chamado SampaPrev que, entre outros pontos, aumenta o desconto da folha de pagamento do trabalhador de 11% para 14%. Além do índice de reajuste baseado a inflação acumulada entre 2017 e 2018.

Mais informações: www.sinpeem.com.br

 

Fonte: Agencia Sindical

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