Projeto Pandemia FESSPMESP - Servidores Públicos: Mãos que movem o Brasil, a serviço das comunidades

PROJETO PANDEMIA

Geral

PROJETO – UNIDADE DOS SINDICATOS PELOS SERVIDORES PÚBLICOS

A Federação dos Sindicatos dos Servidores e Funcionários Públicos das Câmaras de Vereadores, Fundações, Autarquias e Prefeituras Municipais do Estado de São Paulo – FESSPMESP, entidade de classe de segundo grau, inscrita no C.N.P.J. n.º 08.474.737/0001-58, através da comissão de estudos elaborou o Projeto para que seja a BANDEIRA DE LUTA dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais, tendo em vista, a Pandemia provocado pela COVID-19, no âmbito nacional, conforme segue:

INTRODUÇÃO

Durante toda a sua existência, os sindicatos de servidores públicos, foram considerados inimigos da sociedade, assim como, seus representados tidos como trabalhadores privilegiados, vezes considerados marajás, outras os que inchavam a máquina pública e que não trabalham. São considerados despesas pelos gestores, os serviços são sucateados e os servidores desmotivados, ainda assim, desenvolvem e executam projetos elaborados pelos gestores, na sua maioria, sem o conhecimento necessário para desenvolvê-los, criando verdadeiros megaprojetos; além de tudo, os gestores apadrinham politicamente todos os seus amigos e parentes, sem qualquer conhecimento do setor público e estes, que vivem em eterna alternância, quase sempre são substituídos por outros, de mandato em mandato, porém, sem qualificação nenhuma.

O papel dos sindicatos de servidores públicos, extrapola a condição de conciliador nas mesas de negociação dos assuntos de interesse dos servidores, na defesa das reivindicações e dos direitos já conquistados e na eterna luta em demonstrar aos gestores, quais são as nossas reais necessidades e quão diferente somos das outras categorias de trabalhadores do nosso País.
Com todas as mudanças e as recentes reformas, os sindicatos, ficaram fragilizados, pois, quando sentamos para negociar as pautas econômicas, não conseguimos avançar, desmotivando ainda mais os nossos servidores, que delegam a nós esta frustração. O momento é difícil, a nossa classe, desmotivada conosco, é isca fácil para as mudanças ainda mais perversas que estão por vir como: o fim da estabilidade, aumento das terceirizações, privatizações, acordos individuais, entre outras.

O sindicato em todo este contexto, é primordial ao servidor e a máquina pública. Ao servidor quando estamos presentes ao seu lado, dando a segurança necessária para que possa exercer seu trabalho dignamente. À máquina púbica, quando defendemos a transparência, legalidade, impessoalidade, publicidade e a eficiência.

A população corre perigo, na pandemia, vimos a fragilidade da máquina pública, as comunidades precisam dos serviços públicos de qualidade, saúde, educação, segurança, limpeza urbana, etc. Quem vai lutar por isso? Quem vai defender os trabalhadores?

O sindicalismo neste momento, visa garantir o melhor atendimento às nossas comunidades, e por todo o Estado de São Paulo a notória solidariedade das entidades sindicais, faz jus aos bons servidores que somos, contribuindo com a disponibilidade das colônias de férias, transformando-as em hospitais de campanha com leitos para as comunidades da baixada santista, ações intensas na arrecadação e distribuição de alimentos às famílias economicamente atingidas, comprando EPI’s adequadas para oferecer aos servidores da linha de frente no atendimento à população, representando com denúncias e ações jurídicas a falta de material, insumos e condições de trabalho dignas aos servidores públicos e o pagamento de um abono emergencial para os heróis ao atendimento das comunidades afetadas pela Covid-19.

O SUS, tão defendido pelo movimento sindical dos servidores públicos e extremamente renegado pelos governantes, surge altivo em receber reis e príncipes para a sua cura, fazendo com que eles que já preparavam no Brasil o desmonte do Sistema, vistam os coletes azuis com o seu emblema, passando a defendê-lo como sendo uma paixão antiga.
Houve um choque de realidade que irá nos afetar por décadas, portanto, precisamos nos preparar para as mudanças. Temos que nos levantar, preparando-nos para o bom e mal combate que virá, queremos e devemos participar das discussões sobre o futuro do serviço público no Brasil.
“O País não existe sem o servidor”.

Levantai-vos todos os Sindicatos e convoquemos os nossos trabalhadores para juntos trabalharmos pelo fortalecimento das nossas entidades representativas.

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